Autor(a):
MATEUS LOURENÇO
VI
Ó Lua, teu amor me atropela
Sou todo teu, se não fosse,
Não estaria eu nessa cela
De amar, quase dor, tão doce
Toda a minha sorte és,
Meu néctar, musa tão bela,
O resto é roto revés
Os poemas, tola querela
Somos mútuas oferendas
Ao amor, sensação real,
Eu só quero que tu entendas:
Nunca antes me senti tal
Assim, a qualquer um que sobre o amor me interpela,
Meu Jasmim, só sussurro: ela é minha e eu sou dela.
Data inclusão no sistema: 07/06/2008